Paulo Melo

Perda de competitividade ameaça crescimento

O ano de 2018 deu sinais contraditórios sobre o futuro do sector têxtil e vestuário português. Por um lado, as exportações continuaram a crescer e as empresas sentiram grandes dificuldades em encontrar pessoal para trabalhar, o que demonstra uma vitalidade objetiva e inquestionável, mas, por outro, é igualmente claro que esse crescimento perdeu dinâmica a partir de meados do ano e que a conjuntura internacional, nos nossos principais mercados de exportação, se apresenta mais incerta, antecipando dificuldades, pelo que temos de estar muito mais atentos.
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