T41 Março 19

“A nossa atitude é seguir o que o mercado pede”

Como é canhoto, Rui era um temível lateral direito da equipa de andebol do Francisco de Holanda. Por isso não é de estranhar que aos 18 anos tenha recebido uma proposta de contrato profissional para alinhar numa equipa da capital, que lhe garantia ainda a entrada na universidade. Com a irmã Anabela (dois anos mais velha) a viver em Lisboa, ele estava inclinado a aceitar o convite. Mas o pai não esteve pelos ajustes. Temia que o filho sucumbisse às tentações da capital, não estudasse e comprometesse o futuro profissional. Por isso, cobriu em mil escudos o salário que lhe tinham proposto, impondo-lhe como contrapartida fizesse Engenharia Têxtil, um curso que começou na UBI (demorou-se um ano pela Covilhã) e acabou na Universidade do Minho. Esta conversa entre pai e filho foi provavelmente o momento decisivo na vida de um homem que se define como patriota, nortenho, vimaranense e vitoriano - “não há que esconder”, remata Rui, que além de empresário têxtil é sócio da maior produtora de grão-de-bico do país, a AICF- Agro Inovação.

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T40 - Fevereiro 19

“Estou superotimista quanto ao futuro”

Os nossos bombeiros combatem os incêndios florestais com fatos sem proteção térmica; queimam-se com água quente - denuncia Clementina Freitas, CEO e fundadora do grupo Latino, que fornece os bombeiros franceses e desenvolveu, em parceria com o 2C2T da Universidade do Minho e a Critical Software um fato hi tech para os soldados da paz.

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T39 - Janeiro 19

“Apostamos muito na costumização”

Se numa reunião com um cliente o nosso argumento for o preço há alguma coisa que está muito mal: ou somos nós que não fizemos o trabalho de casa ou então estamos no cliente errado - explica André Relvas, administrador da Sorema.

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T38 Dezembro 18

"O Designer
tem de compreender que as empresas têm de dar lucro"

Não tem grandes razões de queixa do que a vida lhe tem dado. Ainda antes de chegar aos 40 anos, já concretizou os sonhos da adolescência - trabalhar no mundo da moda e viver em Milão, Nova Iorque e Londres. O Erasmus levou-a ao Politécnico de Milão, no último ano do curso. O primeiro emprego a sério foi em Nova Iorque, numa agência onde trabalhou contas de marcas como a Puma, Nike, MoMA e L’Oreal. E vive em Londres há sete anos, desde que uma conversa informal a levou a dar aulas no mestrado que agora dirige - no final convidaram-na para ficar como professora e Ana Isabel Roncha Alves decidiu logo ali, em duas horas, mudar por completo o rumo da sua vida. No entretanto, já tinha passado pela Salsa e Moda Lisboa, acumulando experiências em todos os segmentos do mundo da moda, que a municiaram com uma visão global de 360 graus sobre esta indústria. “Comecei pela componente mais artística da indústria, onde ganhei uma sensibilidade que me tem sido muito útil na área de negócio onde eu sinto que posso aportar mais valor, que é o marketing e a gestão de marca”, explica

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