T48 - Novembro 19

“Não é verdade
que a têxtil
pague mal”

Acabado o Secundário em Barcelos, o jovem Sidónio partiu para Itália, onde durante três anos fez a formação em teares na Orizio (Brescia) e Mecmor (Varese). Regressado à pátria, fez a tropa em Braga, na arma de Cavalaria, antes de, em 1984, se aventurar a fundar, em parceria com o pai, a Sidónios, que começou por se dedicar à reparação de teares. Comprava-os velhos, restaurava-os, fazia peças, kitava-os, pintava-os e comercializava-os. Enquanto não vendia os teares recondicionados, ia fazendo malhas que desapareciam num ápice. “Havia muitas fiações e pouca oferta de malhas”, lembra a propósito do momento decisivo em que passou de mecânico a malheiro. A procura era tanta, que a Sidónios, nascida em Galegos, não tardou em mudar-se para a nova fábrica em Roriz, que o pai, prematuramente falecido com 52 anos, não chegou a ver a laborar. Já neste século, acrescentou à Sidónios Malhas a Sidónios Tech, especialista em seamless. No seu conjunto, as duas empresas empregam 155 pessoas e deverão fechar o ano com um volume de negócios de 20 milhões de euros

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T46 Setembro 19

“Sustentabilidade não é só reciclar matérias primas”

Se fosse ministro da Economia, mudava o Ministério para o Porto - afirma Duarte Nuno Pinto, CEO da P&R Têxteis, a empresa de Barcelos que equipou medalhados olímpicos como Usain Bolt, Nelson Évora ou Fernanda Ribeiro

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T45 Julho & Agosto

“Não há costureiras? Nós fazemo-las…”

Desde que se lembra, nunca teve dúvidas - era fatal como o destino que o seu futuro iria passar pela fábrica que o pai criara quando ele tinha apenas seis anos. A partir do final da adolescência, não havia dia nenhum em que estivesse na Covilhã e não fosse à empresa. Tinha apenas 19 anos quando visitou pela primeira vez sozinho um cliente. Mesmo durante os anos passados a estudar no Porto, não deixou de dar uma ajuda aos negócios da família, acompanhando os clientes galegos… “A minha opção de formação académica foi tomada a pensar que tinha de me preparar para um dia ser capaz de dar seguimento ao negócio que o meu pai criara e de que nos falava em casa, com tanto afeto e paixão”, reconhece Bruno.

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T47 - Outubro 19

“A prioridade
é ajudar as
empresas a serem competitivas”

O conhecimento não é útil se não for transportado para as empresas e aplicado - defende Mário Jorge Machado, presidente da ATP e administrador da Estamparia Adalberto

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