T33 Junho 18

O que ganha a Moda por Portugal estar na moda?

É uma mais-valia, sim senhor, mas não é só pela visibilidade que o turismo proporciona que o sector da Moda tem garantida a sua afirmação à escala global. Era preciso também aproveitar a onda e investir nas marcas, cuidar da identidade e promover mais fortemente o design português enquanto o país anda nas bocas do mundo. Mas é claro que todos podem ganhar com o facto de Portugal estar na moda.

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T32 Maio 2018

O que se deve fazer para prolongar o atual ciclo de prosperidade?

Não há um remédio santo, uma receita infalível para manter o mais longo ciclo de crescimento da nossa ITV. Mas há regras escritas na pedra. Já toda a gente percebeu que quem teimar em competir apenas pelo preço está condenado - e que a qualidade, serviço, inovação, criatividade e flexibilidade são cinco mandamentos obrigatórios. E o melhor seguro contra todos os riscos, para quem quer continuar a percorrer a estrada do sucesso, é apostar na digitalização, na sustentabilidade e na economia circular.

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T31 Abril 2018

Ao cluster têxtil ainda falta a produção de máquinas?

Quando comparado com países como Alemanha e Itália ou, mais recentemente, alguns países asiáticos, é forçoso reconhecer que falta ao cluster têxtil a componente de fabrico alargado de máquinas industriais. As razões do passado já pouco importam e, maquinaria pesada à parte, o advento da Indústria 4.0 e as suas exigências de digitalização e automação abrem agora a oportunidade de Portugal entrar no jogo de produção de sistemas para a ITV. Há que olhar para as áreas tecnológicas e lançar desafios ao desenvolvimento de equipamentos inovadores e robotização da indústria. Como exemplo, aí está a máquina que faz a incorporação dos Led nos tecidos da Penedo.

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T30 Março 2018

A ITV vai ter que produzir fora do país?

Eis a grande questão: levar alguma produção para fora do país ou importar antes a mão-de-obra que por cá escasseia? A resposta depende em boa parte da ponderação de vários factores, que podem variar de empresa para empresa. O problema está, no entanto, aí. E se há quem veja como inevitável o recurso à produção externa, há também alertas para os riscos de mexer no equilíbrio rapidez-qualidade-proximidade-complementaridade, em que assenta a actual vantagem competitiva de Portugal. E quem reclame por políticas para atração e inserção de trabalhadores estrangeiros.

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