T28 Janeiro 2018

Faz sentido continuar a colar desfiles às estações do ano?

O calendário litúrgico da moda inventado na segunda metade do século XIX sobreviveu ao século XX mas está a ser alegremente destruído neste frenético século XXI. Minissaias, óculos de sol e flores exóticas no Inverno, calças e casacos pretos no Verão. Desfiles mistos. Coleções cápsula. O see now buy now a aplacar a fome de novidades - e já! - dos consumidores, aguçada pela vertigem das redes sociais .“Tudo muda a uma velocidade galopante e a moda está no topo da lista”, sintetiza Paulo Faria. A sazonalidade está moribunda. O que está agora na moda é o trans-sazonal

LER MAIS
T26 Novembro 2017

A ditadura da cor está de volta?

Cor e moda são duas faces da mesma moeda e mantêm uma relação biunívoca de amor correspondido. A moda dita a cor, mas a cor também dita a moda e os últimos anos têm sido marcados pelo regresso da cor ao mundo moda, segundo os diversos especialistas ouvidos pelo T. Todos comungam dessa ideia, mas quase todos também contestam o uso da palavra ditadura, preferindo classificar essa tendência como natural - ou até mesmo democrática. “A cor está de volta, sim. A ditadura não”, garante Isabel Branco, coordenadora de moda do Portugal Fashion.

LER MAIS
T25 Outubro 2017

A que se deve o novo fôlego do Private Label

Londres, Paris e Munique estão de acordo. Os compradores estão a regressar em força à Europa, em busca de quem lhes forneça, chave na mão, as novas novidades que os consumidores exigem a um ritmo cada vez mais feroz - marcado pelo grupo Inditex. SVP London, PV Manufacturing e Munich Apparel Source oferecem palcos para esse encontro entre marcas e fabricantes de private label - um segmento em que Portugal é o primeiro no ranking. Flexibilidade, proximidade, design, resposta rápida, qualidade e serviço são os trunfos que a ITV portuguesa tem na manga para ser bem sucedida neste novo fôlego do private label

LER MAIS
T24 Setembro 2017

Como se resolve o drama da falta de costureiras?

Chegou a hora de dar respostas. A mais engenhosa, deixada em cima da mesa por Paulo Melo, consiste em deixar de olhar só para o custo/hora e passar a valorizar as peças produzidas pelo valor acrescentado do detalhe e trabalho especializado que incorporam. Mas não há uma única solução milagrosa, capaz de por si só resolver o drama aflitivo da escassez de costureiras. O cocktail de propostas aqui apresentado contempla dignificar a profissão de costureira, aumentar salários, ampliar a oferta de formação, deslocalizar produção e - por que não? - importar mão-de-obra...

LER MAIS