Quem Somos?

Por junto e atacado, somos onze, tal como uma equipa de futebol. Mas já sofremos uma baixa. Como não temos segredos para si, apresentamos-lhe as caras e resumos de vida do onze que concebeu, produz e leva até si o T. nas suas diferentes vidas (papel, digital e newsletter).

 

Carolina Guimarães
O Futuro

A têxtil faz parte do ADN (o avô e o pai são empresários do setor) da millennial do T, uma nativa digital que trata por tu as novas tecnologias, não se atrapalha com nada e é claramente uma das caras do futuro da fileira – restando apenas a dúvida sobre se estará mais do lado do saber fazer ou do fazer saber.  Nascida no Porto em 1995, é licenciada em Ciências de Comunicação pela UP, tem três irmãos, seis sobrinhos e quatro cães. Gosta de ler, escrever, fotografar e cozinhar (a sua tarde de amêndoa é famosa).

Joana Koch Ferreira
A Webdesigner

Se acha moderno, arrojado e prático o desenho deste site, a pessoa a quem tem de dar parabéns é à Joana, a mana do meio de uma família numerosa (tem três irmãs e um irmão). Nascida em novembro de 1985, é licenciada em Design de Comunicação, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, onde fez também um mestrado em Design de Imagem. Adora viajar (vejam lá que arranjou tempo para dar uma escapada a Zurique no fim de semana antes do lançamento do site) e de séries televisivas (Narcos está no lugar cimeiro do seu top pessoal)  

Jorge Fiel
O Denominador Comum

Jornalista profissional há uma data de tempo (37 anos), cerca de metade do qual vivido no Expresso (onde editou a Revista e a Economia, foi responsável pelos escritório no Porto e conheceu Pedro Pimentel), entre o Porto e Lisboa. Foi chefe de Redação do “Comércio do Porto” (onde conheceu Manuel Serrão, Júlio Magalhães e Raposo Antunes) e subdiretor do Jornal de Notícias (onde conheceu Joana Koch Ferreira). Licenciado em História (1980), tem três filhos: Mariana (31 anos, que entrega encomendas em Los Angeles), Pedro (28 anos, faz City Tours no Porto) e João (16 anos, tenta completar o ensino obrigatório). Gosta de passear de manhã cedo na Marginal, de ir ao cinema à tarde no Arrábida, de ler livros e jornais em esplanadas – e de se deitar cedo.

José Augusto Moreira
O Trinco

Nasceu (1956), cresceu e vive em Famalicão, de onde saiu apenas para estudar Direito em Coimbra. Jogou futebol, entre a posição 6 e a de defesa direito, nas camadas jovens do Famalicão. Enquanto estudava, trabalhou como oficial de Justiça. Apesar de ter completado o 5º ano de Direito, não concluiu a licenciatura, pois deixou ficar para trás uma cadeira do 4º ano (Reais) que não chegou a fazer porque no entretanto foi desencaminhado para integrar a equipa fundadora do Público – onde, entre outras coisas, foi editor dos locais Porto, Minho e Centro. Mais recentemente tornou-se especialista em vinhos e gastronomia, Continua a colaborar regularmente no Fugas. Tem uma filha, Marta, 25 anos, e mais dois matulões (André e Samuel) já com 35 e 34 anos..

Juliana Duque
O Canivete Suiço

 Tem tantas valências como o mais completo dos canivetes suíços. Quando é preciso fazer acontecer alguma coisa liga-se à Ju e o mais certo é que o problema seja resolvido.  Toca sete instrumentos – é jornalista, designer, assessora de comunicação, comercial, secretária, copy desk e  técnica de digitalização.  Nascida em setembro de 1977, em, S. Tiago de Bougado, Trofa (onde ainda vive), fez o curso de Ciências de Comunicação na Fernando Pessoa (1995) e debutou como jornalista e animadora na Rádio Trofa, antes de passar pelo Jornal Têxtil (onde conheceu o diretor do T) e No More, onde ainda dá uma perninha.  Casada, tem uma filha (Benedita, quatro anos) que lhe consome o pouco tempo livre que lhe restava e a impede de se dedicar como gostava às danças de salão (é exímia na valsa, tango, salada e jive), disciplina em que já foi professora.   

Júlio Magalhães
O Homem da Página 3

O diretor geral do Porto Canal é um homem ocupado, mas apesar disso ainda arranja tempo para aligeirar a página 3 da edição mensal em papel do T, com uma entrevista curta mas bem humorada e com perguntas aguçadas e certeiras, ilustrada com uma selfie em que ele nem sempre usa o stick. Nascido em Sá da Bandeira, em 1964, mede 1m89,  foi basquetebolista no FC Porto e tinha 16 anos quando debutou como e debutou como jornalista no “Comércio do Porto”, de onde transitou para a Rádio Nova, RTP e TVI. É amigo de longa data (Portugal ainda não tinha aderido à CEE quando se cruzaram na Redação do “Comércio”) do director do T, de quem é parceiro no golfe.

Manuel Serrão
O Maestro

Em 1987, o ano em que o FC Porto foi pela primeira vez campeão europeu de futebol, trocou a carreira de jornalista profissional, no Comércio do Porto, pela de feirante de trapos, que iniciou na Exponor, aprofundou nos gloriosos anos do Gabinete Portex e nunca mais largou. Ele pode ter saído do jornalismo, mas o jornalismo nunca saiu dele. Antes de se celebrizar na épica “Noite da Má Língua” da SIC, fez comentários desportivos para a Rádio Nova e Crónicas de Escárnio e Maldizer para a TSF. Agora, além do T, é possível lê-lo semanalmente no JN (um bom pretexto para comprar o jornal à 4ª feira) e vê-lo às 2ª no imprevisível Prolongamento da TVI 24. Nascido em julho de 1959, licenciou-se em Direito (Católica de Lisboa) e fez o estágio no escritório de Lopes Cardoso, mas como advogado teve um único ato – divorciar um colega. O golfe é a sua mais recente paixão.

Paulo Vaz
O Editor

O jornalismo é uma paixão antiga para o editor no T, que iniciou no Primeiro de Janeiroe, em 1984, uma carreira profissional em que ainda seria produtor, na RTP Porto, de programas como o Bom Dia Portugal, e exerceria a advocacia antes de deitar âncora na ITV. Nascido em maio de 1962, no Hospital de Bragança (uma tradição de família), Paulo viveu na Póvoa até aos seis anos. Fez o liceu no D. Manuel (atual Rodrigues de Freitas) e licenciou-se em Direito na Católica. Foi administrador da Têxtil Nortenha e do Grupo Mindelo. Após muitos anos como secretário geral da APIM (onde debutou como director do Gabinete de Estudos), tornou-se diretor geral da ATP, na sequência do processo de consolidação associativa. Gosta de viajar, passar os fins de semana em Seixas e de frequentar alfarrabistas e antiquários.

Pedro Pimentel
O Mestre

Algures no final do século passado, Pedro Pimentel, à época designer no escritório do Expresso no Porto, juntou-se a Manuel Serrão e Jorge Fiel para darem à luz o Jornal Têxtil. Cerca de 20 anos depois, a mesma troika reuniu-se para conceber o T. Nascido em agosto de 1974, no Hospital de Bragança, mais novo dos três filhos de um casal de emigrantes em Paris (ele  trabalhava no bâitiment, ela no menage), Pedro começou a crescer entre Santulhão (Vimioso) e Paris,  até que, quando do 9º ano, veio estudar para o Porto. Licenciado em Design Gráfico, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, começou no Comércio do Porto (95-97) e passou pelo Expresso (97-08) até deitar âncora no JN, onde é diretor de Arte. Casado, tem dois filhos (Maria, cinco anos, Manuel sete meses) e promete não ficar por aqui. Nos raros tempo livres gosta de ir ao cinema, desenhar e viajar (principalmente cá dentro).  

Raposo Antunes
O Veterano Ciclista

Reforço vindo do Público (onde era Editor-Executivo) para substituir Isabel Cristina Costa, no intervalo entre o 1º e 2º ano do T, numa equipa que entra para a segunda parte com toda a garra digital. Nasceu no Porto, em novembro de 1959, mas tem uma costela transmontana, pois as suas raízes familiares estão em Miranda do Douro, onde fez parte do estudos. Debutou como jornalista em 1983 no “Comércio do Porto” e ainda passou pelo “Expresso” antes de integrar em 1989 a equipa fundadora do “Público”, onde se demorou até ao final do ano passado. Casado, tem um filho (António, 22 anos, físico), é aficcionado pela caça e pesca – e um incansável ciclista que, com pedalada certeira, percorre centenas de quilómetros todas as semanas.  

Rui Apolinário
O Bate-chapas

Os magníficos retratos das entrevistas de capa (e não só) do T jornal são deste fotógrafo nas horas vagas, nascido em S. João da Madeira em agosto de 1961. Licenciado em Filosofia pela Católica, Rui toca violoncelo (“arranha”, diz ele que é modesto) e teve o primeiro emprego numa fábrica de colas e produtos químicos para a indústria de calçado, onde é técnico de laboratório. Pelo meio, vagabundeou pelo país (Famalicão, Resende, Proença-a-Nova, Alcobaça, Covilhã..), dando aulas de Filosofia e Psicologia. Apaixonou-se pela fotografia em 1988, durante um atelier de fotografia dirigido por Aníbal Lemos, no Centro de Artes de S. João da Madeira. Tem um filho, Henrique, 22 anos, licenciado em teatro pela ESMAE, que toca violino.