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A gigante sueca H&M, encerrou o primeiro trimeste do ano (entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022) com um volume de negócios de 49.166 milhões de coroas suecas (4.653 milhões de euros), mais 23% que em igual período de 2021, mas ainda 10,5% abaixo das vendas pré-Covid.
A H&M está a fazer progressos lentos na recuperação enquanto aguarda o golpe que a guerra trará ao seu negócio: o grupo sueco, número dois na distribuição de moda no mundo logo a seguir à Inditex, viu-se na contingência de fechar o seu negócio na Rússia, o que ainda não está vertido nas contas do trimestre em análise.
Em 2 de março, apenas uma semana após o início da guerra, o grupo anunciou a suspensão de toda a atividade na Rússia, o seu sexto maior mercado, onde possui 168 lojas. Segundo dados da Euromonitor International, a H&M era a empresa internacional de moda com maior quota de mercado naquele país, com um peso de 2,3%, à frente da operadora local Gloria Jeans e da Zara (Inditex).
A H&M tem em execução um plano estratégico com o qual pretende duplicar o volume de negócios até 2030 e melhorar a sua margem de lucro para 10% em 2024. Mas o plano é anterior ao início da guerra, não sendo cerro que possa ser mantido.