T55 - Julho/Agosto 2020

As empresas vão continuar a produzir Equipamentos de Protecção Individual?

Máscaras, batas, cogulas, cobre-botas ou fatos de protecção integral. Em poucos meses, a indústria têxtil portuguesa deu provas do seu know-how e versatilidade, com muitas empresas a adaptarem as linhas de produção e a desenvolverem novos produtos. Mas terá sido apenas uma resposta em tempos de emergência ou é um novo segmento que veio para ficar? Entre os empresários esta é uma aposta para manter. Portugal tem condições para se afirmar como um produtor de qualidade e excelência neste sector, mas é preciso que o mercado mude dos descartáveis para os reutilizáveis.

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T54 - Junho 2020

Que estratégia para setembro com a reabertura das feiras?

Depois de meses de interrupção no calendário de feiras, Setembro anuncia-se co o o mês da retoma, mas entre os expositores portugueses parece reinar ainda um clima de incerteza. Cada empresa desenha a sua estratégia e enquanto uns anseiam pelo regresso, outros preferem esperar pela próxima estação enquanto recorrem às plataformas digitais ou as visitas individualizadas. Em comum uma vontade clara de retomar os contactos e de regressar à normalidade

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T53 - Maio 20

Como vai ser a retoma depois da pandemia?

“Ninguém compra sem ter a quem vender”. A fórmula muitas vezes dita entre reuniões resume as principais preocupações dos empresários do têxtil com o futuro próximo. As previsões são de um processo de retoma lento e gradual em que a grande incógnita está no lado do consumido. Quer pelo receio em regressar às lojas, quer pela diminuição do poder de compra. Do lado das empresas, o objetivo é regressar ao ritmo pré-covid o mais rapidamente possível, enquanto vão apostando na digitalização e na produção de artigos de protecção. A grande a esperança é que os mercados europeus tenham aprendido com a excessiva dependência da Ásia e as autoridades tomem medidas que favoreçam o crescimento da produção interna

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T52 - Abril 20

Covid-19: a ameaça pode virar oportunidade para a nossa ITV?

Com as tradicionais cadeias de fornecimento interrompidas, a indústria têxtil e de vestuário deu provas, mais uma vez, da sua capacidade de adaptação, iniciativa e inovação, e muitas empresas estão agora focadas na produção de máscaras e outros equipamentos de protecção individual. Num ápice, o sector mostrou que é capaz de suprir as necessidades internas mas logo se avançou para a ideia de um cluster para a saúde e o propósito de abastecer toda a Europa. Já há know-how e nenhum outro país do velho continente mantém a nossa capacidade industrial.

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