T53 - Maio 20

Como vai ser a retoma depois da pandemia?

“Ninguém compra sem ter a quem vender”. A fórmula muitas vezes dita entre reuniões resume as principais preocupações dos empresários do têxtil com o futuro próximo. As previsões são de um processo de retoma lento e gradual em que a grande incógnita está no lado do consumido. Quer pelo receio em regressar às lojas, quer pela diminuição do poder de compra. Do lado das empresas, o objetivo é regressar ao ritmo pré-covid o mais rapidamente possível, enquanto vão apostando na digitalização e na produção de artigos de protecção. A grande a esperança é que os mercados europeus tenham aprendido com a excessiva dependência da Ásia e as autoridades tomem medidas que favoreçam o crescimento da produção interna

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T50 - Janeiro/Fevereiro 20

O que pode fazer mais o T para ajudar a ITV?

A primeira edição do T – que foi na verdade a número zero – chegou à caixa de correio dos nossos leitores a Agosto de 2015. Ao longo destes quase cinco anos mantivemos o olhar atento sobre o presente e o futuro do sistema têxtil e moda nacionais, sobretudo pela voz dos verdadeiros protagonistas: os empresários, gestores, designers e muitos outros profissionais que no dia-a-dia dão corpo e vida aos projetos do setor. Agora, nesta edição número 50, invertemos a perspectiva, e ao jeito de uma verdadeira caixa de sugestões, pedimos a personalidades do setor para nos dizerem o que o T pode e deve ainda melhorar

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T52 - Abril 20

Covid-19: a ameaça pode virar oportunidade para a nossa ITV?

Com as tradicionais cadeias de fornecimento interrompidas, a indústria têxtil e de vestuário deu provas, mais uma vez, da sua capacidade de adaptação, iniciativa e inovação, e muitas empresas estão agora focadas na produção de máscaras e outros equipamentos de protecção individual. Num ápice, o sector mostrou que é capaz de suprir as necessidades internas mas logo se avançou para a ideia de um cluster para a saúde e o propósito de abastecer toda a Europa. Já há know-how e nenhum outro país do velho continente mantém a nossa capacidade industrial.

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T47 - Outubro 19

Como vai evoluir o negócio da reciclagem?

Já não é uma opção: a pressão mundial sobre a indústria, mas também a crescente apetência dos consumidores pela sustentabilidade, fizeram a reciclagem ultrapassar o ponto de não-retorno. A indústria portuguesa, reconhecida internacionalmente por ter a sustentabilidade inscrita no seu ADN, há já muito que deixou para trás o debate teórico sobre a matéria: para o têxtil e a moda, produzir é o mesmo que reciclar.

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