T56 - Setembro 2020

Como está a correr a aventura dos marketplaces?

As feiras digitais, ou marketplaces, entraram definitivamente no vocabulário das empresas têxteis ao longo dos últimos meses. Com o calendário das feiras presenciais em stand by e as viagens internacionais interrompidas, muitos empresários avançaram para as novas plataformas, apresentando os seus catálogos ao mundo através do ecrã. Num primeiro balanço desta nova aventura os empresários registam muitos contactos, sobretudo vindos de mercados apetecíveis como a Alemanha, a França ou os países nórdicos, mas poucas encomendas, a digital não será uma alternativa mas antesum complemento às feiras presenciais, que se mostram mais eficazes em trazer ordens de produção para a indústria portuguesa

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T55 - Julho/Agosto 2020

As empresas vão continuar a produzir Equipamentos de Protecção Individual?

Máscaras, batas, cogulas, cobre-botas ou fatos de protecção integral. Em poucos meses, a indústria têxtil portuguesa deu provas do seu know-how e versatilidade, com muitas empresas a adaptarem as linhas de produção e a desenvolverem novos produtos. Mas terá sido apenas uma resposta em tempos de emergência ou é um novo segmento que veio para ficar? Entre os empresários esta é uma aposta para manter. Portugal tem condições para se afirmar como um produtor de qualidade e excelência neste sector, mas é preciso que o mercado mude dos descartáveis para os reutilizáveis.

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T54 - Junho 2020

Que estratégia para setembro com a reabertura das feiras?

Depois de meses de interrupção no calendário de feiras, Setembro anuncia-se co o o mês da retoma, mas entre os expositores portugueses parece reinar ainda um clima de incerteza. Cada empresa desenha a sua estratégia e enquanto uns anseiam pelo regresso, outros preferem esperar pela próxima estação enquanto recorrem às plataformas digitais ou as visitas individualizadas. Em comum uma vontade clara de retomar os contactos e de regressar à normalidade

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T53 - Maio 20

Como vai ser a retoma depois da pandemia?

“Ninguém compra sem ter a quem vender”. A fórmula muitas vezes dita entre reuniões resume as principais preocupações dos empresários do têxtil com o futuro próximo. As previsões são de um processo de retoma lento e gradual em que a grande incógnita está no lado do consumido. Quer pelo receio em regressar às lojas, quer pela diminuição do poder de compra. Do lado das empresas, o objetivo é regressar ao ritmo pré-covid o mais rapidamente possível, enquanto vão apostando na digitalização e na produção de artigos de protecção. A grande a esperança é que os mercados europeus tenham aprendido com a excessiva dependência da Ásia e as autoridades tomem medidas que favoreçam o crescimento da produção interna

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