T42 Abril 19

Como deve a ITV reagir à retração da Inditex?

A questão voltou repentinamente ao topo do debate, mas a resposta parece ter sido dada por antecipação. Investindo na inovação, na sustentabilidade, sofisticação do produto e verticalidade da oferta, a ITV soube a tempo fazer o seu trabalho de casa. Com inovação tecnológica, design e serviço, as empresas diversificaram clientes, avançaram para internacionalização e subiram na cadeia de valor. O risco é para os poucos que ficaram no fim da linha e continuam muito expostos a um único comprador.

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T41 Março 19

Após 10 anos de crescimento, como vai ser a próxima década da ITV?

Ao cabo de um período alargado de expansão – que soma genericamente dez exercícios seguidos – a indústria nacional têxtil e do vestuário está numa posição confortável para enfrentar os desafios que o futuro imediato coloca e a maioria dos seus responsáveis considera que a musculatura acumulada é a necessária e suficiente para ultrapassar as adversidades que se avolumam no horizonte.

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T40 - Fevereiro 19

Os têxteis técnicos vão estar mesmo em toda a parte?

Os têxteis técnicos, fruto de uma ligação virtuosa entre a academia e as empresas, assumem racionalidade de negócio, lugar de destaque ao nível da inovação e capacidade para solidificar a perceção do exterior face à indústria têxtil e do vestuário nacional. Nesse quadro, importa saber quais são as espectativas de futuro de uma área que, numa mistura entre ficção e realidade, vasculha os limites da imaginação e abre portas ao admirável mundo novo dos negócios.

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T39 - Janeiro 19

O que andam os chineses a comprar à nossa ITV?

40 anos depois de surpreender o mundo com uma mistura nunca antes testada (nem mesmo nos livros!) entre comunismo e capitalismo, a China é um lugar incontornável para um número crescente de empresários e de setores de atividade. Nos últimos tempos não tem parado o aumento das exportações da ITV para o gigantesco mercado chinês, que no final do ano deverão crescer a três dígitos quando comparadas com 2017. Mas, ao contrário do otimismo que por vezes ‘floresce’ nas páginas dos jornais, a China não é para todos nem para tudo – e, nesse quadro, é por certo também um mercado capaz de promover acidentes indesejáveis. Uma mistura entre otimismo e prudência parece ser o ‘blend’ certo para uma abordagem a um mercado que está em franco crescimento, mas que não se deixa conhecer, e muito menos dominar, à primeira abordagem

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