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A cadeia sueca de lojas de vestuário H&M fechou o exercício de 2021 (terminado em novembro) com um lucro de 1.052 milhões de euros, o que representa uma multiplicação por 8,8 do lucro que a retalhista tinha alcançado em 2020, mas ainda 18,1% abaixo da cifra alcançada em 2019.
Ao mesmo tempo, o volume de negócios total foi de cerca de 19 mil milhões de euros, mais 6% que em 2020. No mesmo ano, a H&M melhorou a sua margem bruta para 52,8%, face aos 50% registados no ano anterior.
“Terminámos o ano com força, com as vendas a regressar ao nível em que estavam antes da pandemia e a rentabilidade melhor do que foi durante vários anos. Agora que regressámos a uma situação mais normalizada, com uma forte posição financeira e boa rentabilidade, podemos voltar a focar-nos totalmente no crescimento”, disse a presidente executiva (CEO) da H&M, Helena Helmersson, citada por comunicado do grupo. “O aumento dos preços da logística e matérias-primas foi compensado pelo efeito positivo da cotação do dólar”, acrescenta o comunicado.
A H&M tem como objetivo duplicar as suas vendas até 2030, mas reduzindo para metade a sua pegada de carbono, tal como estão a pretender a maioria das suas concorrentes. O grupo tem 4.800 lojas em 75 países, com os três maiores mercados instalados nos Estados Unidos (548 lojas), China (445) e Alemanha (441).