21 fevereiro 19
Crescimento

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Gulbena quer fazer vendas de 10 milhões de euros em 2020

Atingir o volume de negócios de 10 milhões de euros em 2020 é a meta fixada por Rui Teixeira, CEO do grupo Gulbena, que não exclui a hipótese de recorrer a fusões e aquisições para atingir esse objetivo. Em 2018, as vendas conjuntas das empresas do grupo rondaram os sete milhões de euros.

Nascido a partir da TTT Tech, um empresa de tinturaria e acabamentos, o grupo foi crescendo organicamente, começando pela Gulbena, criada nos primeiros anos deste século e que se dedica à venda de malhas técnicas e funcionais, sendo que as nove distinções que já acumulou no concurso ISPO Textrends falam pela sua capacidade de inovação e i&d.

Posteriormente, Rui Teixeira acrescentou à Gulbena a Imprimis (impressão digital) e a Bergand, uma pequena confecção (emprega 14 pessoas), que foi o último passo dado no sentido de tornar o grupo vertical.

“Para fazer um produto de altíssima qualidade tenho de ser capaz de o produzir internamente”, explica Rui Teixeira, um engenheiro têxtil (UMinho) de 46 anos que começou a carreira profissional em Itália, antes de assumir a liderança da TTT Tech, que pertencia ao seu pai, Francisco Soares Teixeira, e iniciar o esforço de diversificação e verticalização.

“Percebi que se nos mantivéssemos só na prestação de serviços ficaríamos vulneráveis e desprotegidos. Para tornar a TTT mais forte e sustentável tinha de ter um produto na mão que pudesse exportar. Foi assim que nasceu a Gulbena e diversificamos da tinturaria e acabamentos para as malhas acabadas.     

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