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As exportações chinesas de moda não são, longe disso, uma referência do comércio internacional do antigo Império do Meio, mas constituem um indicador importante – nomeadamente numa altura em que a China continua a ser um ativo cliente de Portugal em termos de materiais têxteis para a produção.
Os números mais recentes das vendas de moda chinesa permitem concluir que a guerra comercial iniciada pelos Estados Unidos contra a importação de produtos oriundos da China já está a produzir os seus efeitos: entre janeiro e junho (o primeiro semestre do ano), as exportações da China para os Estados Unidos foram não foram além dos 32 mil milhões de euros, o que representa uma redução da ordem dos 25%. Mais genericamente, as exportações de têxteis, roupa, acessórios e artigos de couro chineses para os Estados Unidos caíram 20%.
Durante os primeiros seis meses do ano, os principais destinos das exportações chinesas de roupa foram o Bangladesh, com vendas de 270 mil milhões de euros; a União Europeia (59 mil milhões); a República da Coreia do Norte (43 mil milhões); o México (42 mil milhões) e a Índia (36 mil milhões de euros).