Paulo Pereira

Tradição e saber fazer

Num tempo em que todos querem ser os campeões da sustentabilidade e da responsabilidade social, há que lembrar que a têxtil sempre teve em ambas uma péssima reputação. De certa forma injusta, já que o operário têxtil sempre foi alguém que se sacrificou pelo futuro dos filhos e dos netos e sempre lutou contra as injustiças sociais. Ao mesmo tempo valorizava a competência técnica, a vontade irresoluta de lutar pela empresa, a capacidade de aprender e superar e o orgulho no trabalho bem feito. E foi este espírito que permitiu, e vai continuar a permitir, que a têxtil supere as sucessivas crises, incluindo as políticas, que a certa altura pretenderam ditar a sua extinção.
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