28 junho 23
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Riopele patrocina o fio que une o universo de Famalicão

Um fio condutor que une o passado, o presente e o futuro de Famalicão ao universo têxtil será o pretexto para o centro urbano da cidade ser o cenário de uma instalação artística da autoria de Madalena Martins, a ser inaugurada no próximo dia 9 de julho, Dia da Cidade. O fio será uma reutilização de desperdícios da Riopele, parceira da iniciativa.

O fio têxtil é o elemento plástico que constrói a narrativa, que terá o seu início nos jardins dos Paços do Concelho, desenvolvendo-se pela Rua Adriano Pinto Basto até à Praça D. Maria II, nomeadamente até à estátua da rainha D. Maria II, fundadora do concelho.

“Fios brancos partem das árvores do Jardim Municipal, como se cada tronco fosse o suporte de um novelo, estável e enraizado na terra. A partir dali os fios encontram-se, cruzam-se e criam uma teia. Ancorados em pontos que a rua nos oferece, moldam-se à sua arquitetura, criando assim um desenho irregular, mas coeso, leve mas seguro pela força da sua pluralidade. Esta trama estrutural, que a dada altura se tinge com uma cor vibrante e quente, sustenta um novo fio, que rompe o percurso de forma livre e criativa, carregado de luz e energia própria. Avança no mesmo sentido, mas com a curiosidade própria de quem procura novos caminhos”, explica a autora em comunicado.

Para o presidente da Câmara Municipal, Mário Passos, esta é uma aposta do município na qualificação do espaço urbano de Famalicão e na qualificação da sua marca através da exploração artística da sua identidade, neste caso a identidade têxtil. “A atratividade e a imagem de uma cidade constrói-se a partir de fatores de diferenciação que potenciem de forma singular a identidade, a cultura e as principais forças de um território”, afirmou.

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