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O regresso da Fitor, após uma descida aos infernos, é o tema de um artigo de página publicado na última edição do Expresso, com o título “As quatro vidas da Fitor: De estrela da bolsa a 20 empregados”.
A fiação de Famalicão, fundada em 1964 pela família Lima, que chegou a ter as suas acções cotadas nos anos 80, entrou em plano inclinado a partir do momento em que foi adquirida pela TWD (que foi progressivamente deslocalizando a produção para a Alemanha) e só voltou a por a cabeça fora de água após o MBO protagonizado por António Pereira, um engenheiro de sistemas que se apaixonou pela gestão.
“A empresa está a recuperar produção, encomendas e trabalhadores. Espera crescer 14%”, titula o Expresso, que salienta o ritmo de crescimento do volume de negócios da Fitor – 5 milhões de euros, em 2015, 7 milhões, em 2016, 8 milhões, este ano – que projecta atingir o patamar dos dois dígitos (10 milhões) em 2022, bem como o facto de já empregar 75 trabalhadores,.
“No produto, a estratégia é abandonar as referências mais básicas, estar atento às tendências do mercado e apostar numa oferta com mais valor acrescentado, o que obriga a investir em fios inovadores para diferentes aplicações, da moda às passamanarias (fitas e etiquetas), desporto, acessórios ou têxteis lar”, escreve a jornalista Margarida Cardoso.
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