T
O CITEVE acaba de disponibilizar às empresas as fichas técnicas para a produção de Máscaras Sociais Reutilizáveis. A definição e características técnicas foram estabelecidas em conjunto com Direção Geral de Saúde, Infarmed, IPQ e Asae.
A possibilidade do fabrico deste tipo de máscaras pelas têxteis nacionais é destacada hoje em manchete pelo Jornal de Notícias, avançando que “a indústria têxtil vai produzir milhões de máscaras sociais” e que CITEVE, Infarmed e Asae estão em vias de certificar o modelo português. É precisamente esse modelo que acaba de ser disponibilizado às empresas.
“Em poucos dias uma máscara social adequada às atividades quotidianas e capaz de assegurar proteção será uma realidade. Já tem vários ensaios e aprovações e é uma questão de dias para conseguirmos produzir milhões de máscaras para Portugal e outros países”, afirma o JN o presidente da ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Mário Jorge Machado.
Na notícia colocada na sua página da internet ao final da manhã de hoje, dia 14 de Abril, o Centro Tecnológico para a Indústria Têxtil e Vestuário esclarece que “na sequência do trabalho de colaboração entre o CITEVE, o Infarmed e outras autoridades dos Ministérios da Saúde e da Economia e Transição Digital, foi adotado um sistema de categorização das máscaras utilizadas no contexto da Covid-19” e que, considerando a sua finalidade, foram definidos três níveis de máscaras.
Nível 1: destinadas à utilização por profissionais de saúde.
Nível 2: destinadas à utilização por profissionais que não sendo da saúde estão expostos ao contacto com um elevado número de indivíduos.
Nível 3: destinadas à promoção da proteção de grupo (utilização por indivíduos no contexto da sua atividade profissional, utilização por indivíduos que contactam com outros indivíduos portadores de qualquer tipo de máscara e utilização nas saídas autorizadas em contexto de confinamento, nomeadamente em espaços interiores com múltiplas pessoas).
O CITEVE esclarece ainda que “a ITV portuguesa está perfeitamente capacitada para suprir as necessidades nacionais de máscaras dos tipos 2 e 3, contribuindo assim para o combate ao COVID-19”, destacando que “a fabricação deste tipo de máscaras é ao mesmo tempo uma oportunidade para a ITV nacional, já que existe uma procura enorme deste tipo de artigo, designadamente vinda do mercado europeu”.
Com a publicação das fichas técnicas para as “Máscaras Sociais reutilizáveis” fica agora à disposição das empresas todas a informação para a produção dos três tipos de máscaras, bem como todos os documentos oficiais com elas relacionados.