21 novembro 18
Comércio Justo

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Certificação Fairtrade reforça imagem sustentável da Filasa

A Filasa acaba de conseguir um novo certificado para os seus fios de algodão, reforçando assim a sua ‘imagem de marca’ de comprometimento com a sustentabilidade. Denominado Fairtrade, a sua atribuição torna evidente uma abordagem alternativa ao comércio convencional, baseado numa parceria mais equilibrada entre produtores e consumidores. Quando os agricultores conseguem vender com base naquilo que se convencionou chamar Comércio Justo, obtêm melhores condições de troca. Isso permite-lhes a oportunidade de melhorar as suas vidas e de planear o seu futuro de forma mais sustentada.

Do outro lado, o Comércio Justo oferece aos consumidores uma forma poderosa de reduzir a pobreza através das suas compras diárias. Quando um produto carrega a marca Fairtrade, significa que os produtores e os comerciantes cumpriram os ‘Critérios do Comércio Justo Fairtrade’, projetados para lidar com o desequilíbrio de poder nas relações comerciais, mercados instáveis e injustiças do comércio convencional.

Ax preocupações com a sustentabilidade são centrais na Filasa: a empresa foi pioneira no uso de fios em viscose, assumindo em toda a sua produção a utilização da nova fibra da Lenzing, a Ecovero, que é obtida da madeira, já depois de ter sido a primeira empresa de fiação a aderir à iniciativa para usar algodão sustentável, o BCI (Better Cotton Iniciative).

A Filasa, Fiação Armando da Silva Antunes, nasceu em 1986 e muito rapidamente transformou-se numa importante referência no setor da fiação tanto a nível nacional como europeu: é atualmente a segunda maior fiação na união europeia. Parte integrante do Grupo Lasa (na foto, a administradora Fátima Antunes), a Filasa está equipada com a mais recente tecnologia de fiação, produzindo todo tipo de fios em várias técnicas (800 toneladas fio mês). Presentemente conta nos seus quadros com cerca de 250 colaboradores e opera em Vizela numa área industrial superior a 15 mil metros quadrados.

 

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