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“Depois dos biquínis brasileiros, chegam os portugueses”, é o título de um artigo de quatro páginas do P2, do Público, dedicado à moda de praia made in Portugal, que explica como se afirma um sector que faz com que hoje as veraneantes sonhem com as peças portuguesas.
Foi com uma aposta na criatividade, design e qualidade que as marcas portuguesas que nasceram nos últimos anos conquistaram o mercado, e algumas delas já têm lojas próprias e facturam centenas de milhares de euros, descreve o jornal. Um crescimento do sector da moda de praia e das suas exportações que é feito “não em quantidade mas em valor”, como sublinha director-geral da ATP-Associação Têxtil e Vestuário de Portugal, Paulo Vaz.
“Trata-se de um sector transformado num curto espaço de tempo, que hoje parece feito de histórias de sucesso”, avança o trabalho da jornalista Catarina Lamelas Moura, que não só preenche a capa do suplemento P2 de domingo último do Público, como ocupa depois quatro páginas no seu interior. Histórias de sucesso de marcas como Canté, Papua, Ekena Bay, Latitid, Houndsditch ou Bohemian Swimwear, contadas na primeira pessoa e que explicam o seu crescimento e afirmação como moda made in Portugal.
Paulo Vaz explica que o potencial do sector de moda de praia se deve sobretudo ao posicionamento das marcas em segmentos superiores ou premium – nalguns casos com preços de venda ao público a rondar os 100 euros – e que “alguma delas afirmaram-se muito bem porque conseguiram trabalhar um conceito e são fieis a esse conceito – o que é essencial para afirmar qualquer proposta de marca”.
Afinal, “os dois únicos sítios onde se pode produzir boa moda na Europa é em Itália e Portugal”, como explica o designer Andrew Young, que escolheu o nosso país para lançar a Houndsditch.
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