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A exposição ‘O têxtil na arte portuguesa’, com obras de 10 artistas reconhecidos destaca-se na programação da Contextile-Bienal de Arte Têxtil Contemporânea, que de 3 de setembro a 30 de outubro, vai ocupar vários espaços culturais de Guimarães. O ganês Ibrahim Mahama é o artista convidado.
Outro dos destaques é a Exposição Internacional com 50 obras de 50 artistas, de um total de 1.250 com 1.500 obras de 75 países e que foram selecionadas por um júri internacional. José de Guimarães e Joana Vasconcelos, são dois dos artistas que estarão representados na exposição que aborda o têxtil na arte portuguesa.
Completam a Contextile 2022 a participação da Noruega como país convidado, através do NTK – Norwegian Textile Artists Association, com uma exposição de arte têxtil norueguesa com obras de 12 artistas. Também a exposição IMAGINE! – Temporada Cruzada – Guimarães/Clermont-Ferrand (Portugal – França), bem como as Residências Artísticas, Emergências, Ensino Artístico e Criação Têxtil, Workshops e Textile Talks.
“A Contextile questiona e reinterpreta a cidade e os seus maiores símbolos”, disse o vereador da Cultura da Câmara Municipal de Guimarães, Paulo Lopes Silva, na apresentação do programa, enquanto para o diretor da bienal, Joaquim Pinheiro, a edição deste ano tem “uma escala maior. São 10 anos de Bienal, evocam-se os 10 anos de Guimarães Capital da Cultura”.
Já a diretora artística, Cláudia Melo, destacou a importância da mostra com os 10 artistas portugueses, que pretende “escrever uma história da indústria portuguesa dos anos 60 até à contemporaneidade. Necessitávamos de fazer um ponto de situação, um ponto de situação crítica”, disse ainda.