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Arranca este sábado a Contextile 2018 – Bienal da Arte Têxtil Contemporânea de Guimarães que vai encher a cidade de arte têxtil com um programa que decorre de 1 de Setembro até 20 de Outubro. A inauguração tem lugar com a apresentação da intervenção da artista Ann Hamilton, uma instalação que se vai estender por quatro diferentes lugares da cidade.
Intitulado “Side-by-side” (“Lado-a-Lado”), o trabalho da artista americana recorre a tecidos e materiais têxteis das fábricas locais e resulta da residência artística da norte-americana em Guimarães. Foi em empresas como a Lameirinho (na foto) que a artista escolheu os materiais que utilizou para a concepção da obra que fica agora patente no Mercado, na Plataforma das Artes, no Centro Internacional das Artes José de Guimarães e na Sociedade Martins Sarmento.
Este evento artístico, que foi criado no âmbito da Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012 e tem o apoio da Câmara de Guimarães e da indústria têxtil, foi visitado por 80 mil pessoas nas três edições anteriores (2012, 2014 e 2016).
Envolver e incitar a cooperação entre o património e indústria têxtil e a criação artística contemporânea é um objetivo claramente definido pela Contextile, pretendendo demarcar Guimarães como, Território de Cultura Têxtil. Entrelaçando, assim, a tradição e inovação no têxtil com a cultura e a criatividade.
Além da Câmara de Guimarães, esta bienal tem também como parceiros a DGArtes, a ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Potugal e a Associação Selectiva Moda.
O programa da Contextile 2018 é composto por diversas atividades, sendo possível dividir a atenção pela Exposição Internacional com mais de 50 artistas selecionados após concurso; Exposições de Artistas e Países Convidados; Residências Artísticas; reflexão e debate nas TextileTalks, e os Workshops “Experimentar o Têxtil”.