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A Acatel tem como um dos seus principais focos estratégicos para 2023 a procura de novos mercados e isolou os países nórdicos como aqueles que melhores perspetivas abrem para a expansão internacional. Susana Serrano, a CEO da empresa que faz parte do grupo Impetus – disse que estes novos mercados ‘casam’ na perfeição com a opção na sustentabilidade e na inovação, que são um dos traços distintivos da empresa que dirige.
“Queremos consolidar o que já ali temos”, disse ao T Jornal, nomeadamente nos países nórdicos – que já fazem parte da lista dos mercados externos que a Acatel tem em carteira.
Uma das formas de aumentar a presença da Acatel será com o recurso às feiras. Será por isso ‘cara-a-cara’ que a empresa portuguesa irá dar a conhecer as últimas inovações que fazem parte do seu portefólio de sustentabilidade.
Mas a sustentabilidade não é o único trunfo que a Acatel pode apresentar ao norte da Europa. A proximidade é o outro. Com as cadeias de abastecimento a entrarem em rutura também por causa da pandemia e a guerra da Ucrânia a aconselhar os negócios de proximidade, Portugal passou a estar no centro da circunferência que toca nos países do leste da Europa e na costa californiana dos Estados Unidos. E essa é uma caraterística que vale a pena ter em atenção enquanto elemento diferenciador da oferta nacional do sector têxtil e do vestuário.