20 setembro 23
Marcas

Ana Rodrigues

Zeeman também vende roupa em segunda mão e poupa o ambiente

Chegada ao mercado nacional em abril deste ano, a Zeeman – para além de melhorar a sustentabilidade dos seus produtos e de ter iniciado programas de salário digno no Bangladesh, Índia e Turquia – começou a vender roupa em segunda mão em várias lojas, poupando 33 mil kg de CO2 no ano de 2022.

Foi no ano passado que a empresa holandesa começou a recolher roupa em segunda mão em todas as suas lojas nos Países Baixos. Atualmente vende roupa em segunda mão em seis lojas neerlandesas e em duas lojas belgas. Esta iniciativa foi um sucesso, na medida em que a marca vendeu 33 mil peças de vestuário em segunda mão, tendo poupado a emissão de CO2.

Nesse sentido, a Zeeman tem como objetivo expandir ainda mais a recolha e a venda de vestuário em segunda mão em 2023. Para além disso, é importante salientar que a quota de utilização de materiais mais sustentáveis também aumentou.

Em 2022, 75% do consumo de algodão da Zeeman consistiu em algodão mais sustentável (face a 59% em 2021). Mais ainda, 53% da sua coleção total conta com materiais mais sustentáveis, como o poliéster reciclado e a viscose mais sustentável, face a 39% em 2021.

A empresa neerlandesa alcançou um volume de negócios de 931,5 milhões de euros, um aumento de 14,1% em comparação com 2021. Continuando a investir na qualidade das suas lojas e armazéns, investiu 45,9 milhões de euros em 2022 (face aos 41,1 milhões de euros em 2021). Este é um projeto que pretende suportar a sua estratégia de crescimento a longo prazo, e prevê-se que este projeto esteja concluído no final deste ano.

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