Bebiana Rocha
A TMG Textiles está desde ontem a participar na Milano Unica com um novo modelo: uma coleção anual 360 que reforça cada vez mais a qualidade e sustentabilidade dos seus produtos. “Não paramos o dia inteiro, foi um primeiro dia positivo nas visitas”, diz Pedro Silva, R&D and creative manager, ao T Jornal.
‘SAFRA’ foi o nome escolhido tendo em conta a “ótica de colheita, de safra anual, consoante a estação”, explica. É também uma referência à inspiração na natureza, “visível desde logo na paleta de cores sóbrias” e nos tons terrosos. Este lançamento vem também acompanhado de uma sensação tátil ímpar e leveza.
“No moodboard que expomos na área ‘Sintesi’ exploramos o craftsmanship, a parte artesanal dos nossos tecidos, as cores naturais do algodão e do linho, focando também nos reciclados, nos aspetos rústicos e na vertente de toque. Não temos opções desnecessárias, não carregamos nos tingimentos…”, completa.
“A primeira feira em que participamos com a coleção foi a Texpremium, ainda o ano passado. Depois fomos para a Munich Fabric Start, é uma feira que está a precisar de uma remodelação. Estamos agora na Milano Unica e este arranque vem dizer que Paris vai perder força”, antevê o responsável.
“A Milano Unica está num patamar surpreendente, nota-se inclusive a presença de muitos clientes franceses, o que não faz sentido sendo a Première Vision já na próxima semana. Mas é um ponto de reflexão para a organização da PV”, conclui.
O ano de 2025 marca uma fase de transição e reinvenção do que é o negócio da TMG Textiles, que quer estar cada vez mais focada nos clientes e passar-lhes a mensagem de que “a empresa é um centro criativo, uma casa”.
