Bebiana Rocha
A Familitex participa a partir de amanhã na Première Vision, que Ana Araújo descreve como “o coração de um ecossistema único de feiras têxteis internacionais”. O objetivo da empresa é solidificar e expandir a sua presença no mercado externo através de produtos de qualidade e inovadores.
“Nesta coleção de Outono/Inverno apresentamos uma coleção premium com base na lã, tanto 100% lã como misturas. Apresentamos também uma coleção de malhas com cânhamo e uma malha 100% viscose de laranja, que oferece características de biodegrabilidade, respirabilidade, conforto e suavidade”, apresenta a responsável pelo departamento de inovação, design e marketing.
Dentro da área de performance a Familitex tem uma outra coleção de malhas com acabamento especiais, tanto em fio como malha acabada. O objetivo é surpreender naquela que é uma feira em ascensão.
“Participamos na PV há quase uma década, é notório o crescimento, o feedback tem sido sempre positivo. A feira tem superado expectativas tanto na exigência de qualidade como sustentabilidade”, conclui.
Com grande expectativa está também a Modelmalhas. “A última edição da Première Vision foi bastante interessante, pelo que, mesmo com o frenesim dos Jogos Olímpicos, contamos com a visita de marcas com potencial”, conta Cidália Senra, do departamento comercial, ao T Jornal.
A nova coleção parte da palavra ‘Transição’ como reflexo das mudanças que assistimos diariamente – “quer na tipologia de produtos, cada vez mais responsáveis, quer na possibilidade de personalização, em que damos ao cliente a liberdade de colorir as suas próprias malhas”. A Modelmalhas traçou o mercado europeu como o mercado alvo a reforçar, sobretudo nos segmentos mais altos.
A Texser também deu um feedback positivo ao T, têm conseguido novos contactos e alguns já com desenvolvimentos em curso. “Estaremos a apresentar novas flanelas com novas misturas de Tencel”, diz Paulo Loureiro.
O diretor comercial considera que estão numa fase em que “todos os mercados são para reforçar”, apontando como alvos o japonês e o americano. “Ainda temos um longo caminho pela frente no reposicionamento da empresa no mercado internacional”, constata.