21 fevereiro 24
MODTISSIMO

Maria Monteiro

Pinha Mansa observa a feira como montra para internacionalizar

Com a ambição de internacionalizar cada vez mais a empresa, a Pinha Mansa regressa à edição 60+3 do MODTISSIMO, satisfeita com a sua estreia na edição passada, que deu frutos e que já estão a ser colhidos: “Na nossa estreia angariámos seis clientes que tiveram uma continuidade”.

“Neste momento estamos já em trabalhos de desenvolvimento e com encomendas em curso”, disse Paulo Ferreira, CEO, que acredita que o certame português é “uma montra onde podemos mostrar o nosso trabalho. E no nosso país não temos outra forma”.

Focado em atingir os 100% de exportações no final do ano, para esta edição a estratégia da Pinha Mansa passa por seguir o bom exemplo da sua estreia, orientada por todo o know-how adquirido, a fim de obter um resultado igualmente favorável. Para tal, “vamos manter o nosso interesse nos países nórdicos, pois anteriormente o resultado foi positivo”, disse o CEO.

Aproveitando o tema desta edição do MODTISSIMO, (IN)PERFECT, a Pinha Mansa irá interagir com o mote da feira “com três produtos nesse sentido, neste caso, a imperfeição”, revela Paulo Ferreira, que no seu stand além disso, apresenta maioritariamente: “a nossa especialidade, que são as calças”.

Com uma faturação próxima dos três milhões de euros, para a Pinha Mansa o último trimestre do ano de 2023 foi “caótico”. “Não conseguimos aumentar a nossa faturação”, afirma Paulo Ferreira, que para 2024 já vê sinais de esperança: “neste momento estamos com bons indicadores, e estou confiante que vamos conseguir fugir desta situação que estamos a viver agora”.

Os planos e ambições da Pinha Mansa para o futuro são grandes, e exemplo disso foi o investimento da empresa recente nas novas instalações, que era uma barreira para o crescimento, mas que agora é um trunfo para ir para cima do mercado: “estamos a colher os resultados deste investimento. As nossas condições de trabalho são excelentes e dá-me satisfação de ver o que foi projetado foi alcançado”, conclui o CEO.

 

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