Bebiana Rocha
A participação portuguesa na Milano Unica termina hoje com um balanço da Troficolor Denim Makers dentro das expectativas. “Fomos visitados por muitos clientes italianos e também de outros mercados. É um certame que tem como ponto forte a qualidade dos visitantes”, diz Manuel Pinto, ao T Jornal. Relativamente ao novo layout da feira, descreve o espaço como “atrativo, bem organizado, de uma forma simples, mas requintada”.
A Fitecom não parou durante os dois dias, João Carvalho, CEO, traça um “feedback francamente positivo” e mostra-se contente com a nova disposição da feira: “para nós está melhor do que estava. Tenho dois comerciais que disseram que não pararam estes dois dias”, comentou ao T Jornal, esta quinta-feira de manhã.

A participar pela primeira vez esteve a Trimalhas, que não teve enchentes como em edições da Première Vision, mas regista “bons clientes”, sendo uma feira a repetir. “Recebemos algum mercado italiano, foi bom ver que estão dispostos a comprar português e não se fecham na sua própria produção, tivemos também americanos, espanhóis e alemães”, conta Joana Fortes.
Nesta estreia, a Trimalhas saúda a iniciativa da feira pelos fóruns e pelos painéis Sintesi: “tivemos reações muito positiva ao nosso painel que está logo à entrada, tivemos clientes que vieram pelo moodboard… Já estamos a trabalhar em ideias para a próxima edição”, diz a knit designer. As próximas paragens são Première Nova Iorque na próxima semana e Modtissimo em setembro.

A Casa da Malha, por sua vez, diz ter tido um “movimento inferior ao de últimas edições”, que atribuiu à época do ano, conjuntura, e em parte à divisão de pavilhões. “A separação entre os halls dificulta, muita gente fica pelo Hall2”, comenta Mariana Moreira.
