Bebiana Rocha
Num curto vídeo partilhado ontem nas redes sociais a empresa de felpos com sede em Vizela mostrou o caminho que trilhou ao longo dos últimos 50 anos e pretende continuar a trilhar todos os dias – o da inovação. Mostra-nos imagens de arquivo das suas instalações, acompanhados com datas chave.
1975 é o ano em que tudo começou, em que abriu portas para os mercados europeu e africano. Em 1986 foi modernizada a área de tecelagem, já em 1996 foi inaugurada a primeira filial nos Estados Unidos da América, chamou-se Bianca e permitiu uma maior penetração no mercado americano. A esta seguiram-se muitas outras parcerias globais em países como Itália, Espanha e Alemanha.
O ano de 1996 ficou também marcado por fortes investimentos em logística e marketing. Com a entra dos anos 2000 a empresa deu um salto na automação, visível nas imagens passadas ao longo da cronologia.
Salto esse que permitiu em 2013 atingir uma faturação que rondava os 40 milhões de euros. Para manter a liderança a empresa investiu logo de seguida três milhões de euros na modernização das instalações e em I&D.
Através dos registos fotográficos ficamos ainda com uma ideia das primeiras feiras e mais recentemente daquilo que é o projeto #ParteDeTi. “A Mundotêxtil é um legado guiado pelo compromisso com a sustentabilidade e de continua melhoria” lê-se num dos pequenos textos que acompanham o vídeo. Atualmente a equipa é composta por mais de 500 trabalhadores e estabelece relações comerciais com mais de 40 mercados.
“Enquanto celebramos o nosso aniversário em 2025 reafirmamos o nosso compromisso de ser parte de todos, de transformar os têxteis em experiências extraordinárias”, termina. Para a Heimtextil, que decorreu este janeiro em Frankfurt, a empresa levou também um vídeo, que colocou a passar para os visitantes num canto resguardado no stand, quase como aquelas salas que encontramos nos museus.
Esta edição foi assim uma celebração com os clientes, celebração essa que se fez acompanhar de uma nova coleção. ‘Origins’ é composta por artigos clean, em tons fortes, mas sóbrios e seguros, produzidos em fios reciclados com desperdícios pré consumo da própria empresa e pós consumo, também algumas misturas com linho, cânhamo e aloé vera.
Ana Vaz Pinheiro destacou ao T Jornal durante a passagem pelo stand a mostra de artigos com tecnologia FibreTrace incorporada nos fios. Um passo que considera importante para a implementação do Passaporte Digital de Produto. O vídeo pode ser visto na integra aqui e as datas mais marcantes para a empresa exploradas no site.