Bebiana Rocha
A Global Fashion Agenda, com o apoio da Maersk, publicou um relatório onde é realçada a importância da logística apoiar a transição das empresas para modelos mais circulares. Intitulado ‘Reverse Logistics for Circular Fashion Systems’, o documento explora como as marcas, retalhistas, parceiros da cadeia de valor e empresas de logística podem tirar partido da logística inversa.
Inclui inputs de grandes organizações mundiais como a Nike, H&M, Target, Puma, Ellen McArthur Foundation e Circular Economy Foundation. Ao mesmo tempo que sublinha os elementos chave para implementar uma logística inversa bem-sucedida.
As sugestões vão no sentido de expandir a logística inversa para lá das devoluções feitas pelo consumidor, devem ser valorizados os desperdícios têxteis pós-industriais e os artigos não vendidos.
Segundo a Global Fashion Agenda devem ainda ser estabelecidos modelos financeiros claros, onde haja uma partilha de lucros, e desenvolvidas infraestruturas capazes de dar escala à reciclagem dos desperdícios têxteis, de forma a reduzir também o custo da reciclagem das fibras. O acesso ao relatório pode ser feito aqui.