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Em junho de 2023, as exportações de têxteis e vestuário ascenderam a 526 milhões de euros (um crescimento de 1,7%) face ao mês homólogo do ano anterior. Mas em volume, continua a registar-se uma quebra de quase 8% (42.591 toneladas), o que, mesmo assim, compreende uma ligeira melhoria face aos meses de maio e abril.
Em termos de grandes categorias de produtos, as exportações de matérias têxteis caíram 7% em volume e 1% em quantidade, as exportações de têxteis-lar e outros artigos têxteis confecionados caíram 9% em volume e 17% em valor. Já o vestuário exportou menos 8% em volume, tendo aumentado 9% em valor.
Dentro da categoria de vestuário, o vestuário em tecido registou melhor desempenho, aumentando as exportações 13% em volume e 24% em valor. Já o vestuário em malha exportou menos 12% em volume, embora em valor tivesse aumentado 3%.
Numa breve análise aos destinos das exportações em junho, há a destacar o seguinte: França voltou a ser o destino que apresentou melhores desempenhos considerando o valor exportado (com um acréscimo de 7,5 milhões de euros, equivalente a +9%), seguida da Alemanha (acréscimo de cinco milhões de euros; +11%) e da Bélgica (mais 3,2 milhões de euros; equivalente a +24%); os Estados Unidos foram o destino com maior quebra em termos de valor (menos 5,7 milhões de euros; -14%) seguidos da Espanha (menos 3,3 milhões de euros; -3%) e da Suécia (menos 3,1 milhões de euros; -23%); em volume, a França lidera no ranking dos destinos com melhores desempenhos (mais 499 mil toneladas; +10%), enquanto a Espanha regista a maior quebra (-2460 mil toneladas, equivalente a -21%).
No total do semestre, os têxteis e vestuário exportaram 3.053 milhões de euros, registando uma quebra de 3% face ao mesmo período do ano transato. Em volume, a quebra foi de 10% (com 260 mil toneladas exportadas).