21 julho 2022
Indústria 4.0

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Impetus avança no digital e recorre à modelagem 3D

É com recurso à modelagem 3D que são desenvolvidas todas as coleções da Impetus, um avanço tecnológico que é também amigo do ambiente e permite poupar tempo e recursos. A empresa destaca que as tecnologias que adotou permitem também digitalizar as amostras físicas, permitindo visualizar com precisão o tecido, a vestibilidade e como se ajusta à silhueta.

É em comunicado que a empresa dá conta de “mais um passo ao nível do desenvolvimento tecnológico”, afirmando que “recorre atualmente à modelagem 3D para desenvolver as novas coleções, permitindo que se projete, visualize e adapte o produto antes de o mesmo ser fabricado”.

Um processo 3D que ao mesmo tempo que reduz o tempo de resposta, quer em termos de modelagem, quer em termos de ajustes, permite também “alterar a cor, fecho, estrutura da malha ou outros acessórios”. Tudo isto está agora à distância de apenas um click, como enfatiza a empresa fundada por Alberto Figueiredo.

Um ganho de tempo e maior eficiência na produção da amostra final, que, ao reduzir a produção de prototipagem, contribui para uma maior sustentabilidade, com a diminuição dos recursos e materiais utilizados e resíduos produzidos.

A nota destaca ainda que os softwares adotados “permitem digitalizar as amostras físicas, o que oferece um conjunto de benefícios, nomeadamente visualizar com precisão o tecido, a vestibilidade e como se ajusta à silhueta, assim como oferecer uma visão muito realista do produto”. Inovações que “vêm revolucionar a indústria têxtil”, ao mesmo tempo que “permitem uma resposta mais rápida e eficaz às constantes necessidades do mercado”.

O Grupo Impetus dá conta que, com a sua aposta na investigação e na multidisciplinaridade das suas equipas, “é possível atualmente tratar os projetos numa ótima vertical da informação, o que permite que os vários departamentos tenham disponível simultaneamente e de forma imediata toda a informação”.

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