18 março 26
Eventos

Bebiana Rocha

IAPMEI destaca GIATEX como exemplo de eficiência e modernização industrial

O IAPMEI congratulou esta tarde o consórcio GIATEX pelos resultados alcançados. A ambiciosa meta de reduzir em 40% o consumo de água deverá ser atingida no término do projeto, que está para breve, e o número de pilotos inicialmente previsto foi superado, totalizando agora 15, apresentados esta quarta-feira no evento de divulgação de resultados, na Fábrica Santo Thyrso.

Carla Branco Santos, do conselho executivo do IAPMEI, expressou o seu reconhecimento e agradecimento à equipa pelo desenvolvimento da agenda, que classificou como “um exemplo de eficiência coletiva”, ilustrando o modelo subjacente às agendas mobilizadoras.

“É possível transformar processos e reduzir impactos, quer económicos quer ambientais”, afirmou, sublinhando que o projeto contribui simultaneamente para o reforço da capacidade industrial e da competitividade, com efeitos positivos na economia nacional.

A responsável destacou ainda o “elevado nível de execução” observado ao longo do dia, considerando o GIATEX um “contributo relevante para a modernização da indústria”, mas também para o fortalecimento de interdependências entre “territórios” – nomeadamente através da cooperação entre empresas, centros tecnológicos, universidades e municípios.

No âmbito do apoio à economia verde, Carla Branco Santos referiu os instrumentos promovidos pelo IAPMEI para apoiar as empresas na transição, como o espaço de conhecimento ESG, o mecanismo de diagnóstico ESG, o Dashboard ESG e o Programa PME na Rota da Sustentabilidade – um plano de ação nacional concebido para orientar e capacitar as empresas portuguesas na adoção integrada de práticas sustentáveis. Reconhecendo que a mudança implica investimento e uma evolução de mentalidades, destacou a importância da capacitação nesse processo.

Reiterou finalmente o compromisso do IAPMEI em continuar a apoiar as empresas e a mobilizar recursos, deixando ao setor o desafio de prosseguir a transformação e projetar o “made in Portugal” além-fronteiras. “A competitividade é necessária”, concluiu.

Partilhar