Bebiana Rocha
É com o objetivo de afirmar Guimarães como o ‘epicentro’ de um território têxtil, que no âmbito do Creative Textile Forum foi abordada a possibilidade da criação de um hub têxtil na cidade – um polo dinamizador de criatividade, com potencial de servir como plataforma colaborativa e agregando o coração do sector.
Espaço de articulação entre património, a arte, o design, a inovação e a indústria têxtil, numa ótica de desenvolvimento sustentável – é esta a lógica da proposta. “A cidade de Guimarães, a partir do Bairro C, em desenvolvimento na zona de Couros, tem condições para dar corpo a um possível hub têxtil”, afirma em comunicado, a organização do mês da Economia, Inovação e Fábrica do Futuro, promovido pelo município.
“Esta fábrica do futuro terá a marca identitária de Guimarães, assente na sustentabilidade ambiental e da neutralidade carbónica”, apontou o vereador Paulo Silva. “As indústrias criativas são as que permitem dar resposta às realidades em constante mutação”; acrescentou o palestrante Tom Fleming, consultor.