14 julho 23
Inovação

Ana Rodrigues

Guimarães quer lançar empresas no caminho da Fábrica do Futuro

Com um montante para investir em projetos que ronda os 45 milhões de euros, Domingos Bragança, presidente da câmara de Guimarães, quer que o município agregue um modelo de fábrica do futuro, constituída por micro, pequenas e médias empresas alinhadas na produção inteligente.

Presente no auditório do Teatro Jordão na apresentação do estudo de benchmarking de boas práticas sobre sistemas regionais de inovação e estratégias de especialização inteligente, organizado pela CCDR-Norte, o presidente da câmara de Guimarães alertou que é necessário dar “o passo seguinte rumo à inovação e complexificação dos produtos através da transformação digital”.

Desse desígnio fazem parte diversos investimentos que permitiram a recuperação e reabilitação de edifícios, nomeadamente ligados à ciência e ao conhecimento, mas também três projetos que estão em curso que contam com um investimento de 45 milhões de euros: “a Escola-Hotel do IPCA, as futuras instalações da Engenharia Aeroespacial da Universidade do Minho e da Associação Fibrenamics, na Fábrica do Arquinho, e a Academia de Transformação Digital, na Fábrica do Alto, onde também se instalarão centros de investigação na área da transformação digital”, revelou Domingos Bragança.

Domingos Bragança, agradeceu à CCDR-N pelo facto de Guimarães ter sido a cidade escolhida para a apresentação do estudo realizado pela Technopolis, tendo afirmado que ”precisamos de aprofundar essa capacidade de inovação para que esta região, que é a mais industrializada e exportadora do país, possa dar o salto, ganhar massa crítica e apostar nas pessoas e no talento”.

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