Bebiana Rocha
A FLM viu nos seus excedentes de malhas uma matéria-prima para criar acessórios de moda. Ao T Jornal Filipa Marinho, responsável pelo desenvolvimento de produto, conta mais sobre a iniciativa, que surgiu após o contacto com fornecedores de acessórios artesanais.
“A sustentabilidade é uma prioridade crescente, identificamos uma oportunidade durante os preparativos para a feira Mare di Moda de oferecer aos nossas clientes alternativas inovadoras e sustentáveis reutilizando os excedentes de materiais da sua produção. Decidimos agarrá-la e criar uma coleção de acessórios”, contextualiza.
Com esta ideia já conseguiram recuperar cerca de 200kg de excedentes, que são agora chapéus, fitas de cabelo, bolsas e pulseiras. “A nossa ideia ainda está numa fase embrionária, mas acreditamos que tem grande potencial para crescer”, situa.
Mas os esforços no sentido de reduzir o seu impacto ambiental não se limitam à criação de acessórios, adotaram também sensores de movimento para iluminação em áreas comuns, substituíram garrafas de água descartáveis por uma máquina de água, e na vertente social doam sempre que possível peças excedentes para instituições e organizações locais.