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Tem como missão trabalhar na promoção da indústria têxtil para Portugal ser reconhecido como o melhor do mundo no sector, mas o perfil que o semanário Expresso traça do novo presidente da ATP fala também do percurso e ambições de Mário Jorge Machado.
Na página que lhe dedica, no caderno Economia, na última edição, o texto assinado pela jornalista Margarida Cardoso desta aquilo que pensa sobre a carga fiscal – “demasiado elevada para o retorno que temos” – e o excessivo dramatismo que se estabelece em torno do fecho de uma empresa.

“Até as estrelas morrem”, diz, destacando que “às vezes uma fábrica tem de encerrar para outra poder nascer e estes processos de rejuvenescimento empresarial deviam ser mais fáceis”, concluiu. Já quanto aos impostos, deixa um conselho prático: “Devia ser proibido falar em dinheiro do Estado. As pessoas têm de perceber que na verdade aquele é o seu dinheiro e ter uma postura mais reivindicativa”.
Quanto ao sector sobre o qual assume agora responsabilidades directivas, tem a ambição de “querer mostrar como somos bons e inovadores e reconhecidos pela qualidade e design do made in Portugal”. O seus hóbis e leitura são também abordados neste artigo.