23 abril 26
Empresas

Bebiana Rocha

Cordex destaca gama Cordex Pro na Techtextil

A Cordex está até amanhã a expor o seu know-how na Techtextil. “Esta feira é um ponto de encontro com os clientes e também uma forma de captar novos prospects”, afirma Nuno Vitó, diretor comercial, ao T Jornal, recordando que a empresa participa no certame há já 20 anos.

Integrada na ilha de Portugal, no Pavilhão 11.1, a empresa de cordoaria considera que esta participação c0njunta tem um impacto acrescido. “Devemos olhar para aquilo que nos une”, sublinha o responsável.

A agricultura continua a ser o principal segmento da Cordex, representando cerca de 85% da sua faturação. Ainda assim, a empresa atua também nas áreas da indústria e dos serviços, nomeadamente na construção, segurança, setor da embalagem e geotêxteis, através da gama Cordex Pro.

Entre os produtos em destaque, Nuno Vitó aponta as cordas em polipropileno e Poly-Steel de alta tenacidade.

A estratégia de crescimento passa pelo alargamento da gama de produtos, sempre com foco na sustentabilidade. Num contexto marcado por incerteza geopolítica, o diretor comercial reconhece que a situação tem impacto direto nos principais custos – matérias-primas, energia e logística -, sendo por isso acompanhada de perto.

Com mais de 600 colaboradores, a Cordex apresenta uma estrutura sólida que lhe permite manter estabilidade, ao mesmo tempo que prossegue uma trajetória de investimento.

O objetivo no curto, médio e longo prazo é continuar a reforçar a oferta de produtos sustentáveis: “Queremos fazer parte da chamada economia circular, minimizando o uso de materiais virgens e aumentando a incorporação de materiais biodegradáveis. Com isso, iremos reduzir a pegada de carbono”, explica.

Com mais de 57 anos de atividade, a empresa tem vindo a realizar várias transformações e investimentos para sustentar o seu posicionamento no mercado. Atualmente, as atenções centram-se na inteligência artificial.

Segundo Nuno Vitó, a fábrica já se encontra parcialmente automatizada: “Nunca olhámos para estas questões de forma limitada. Vemos sempre a inovação como uma oportunidade de otimização e temos mais projetos para continuar este caminho de digitalização e automatização.”

O conceito de fábricas adaptativas tem vindo a ser explorado pela Cordex há vários anos, sob diferentes abordagens, com um objetivo claro: “Ter informação para tomar melhores decisões”, conclui.

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