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O projeto be@t – Bioeconomy at Textiles esteve na Cidade do Zero, a 16 e 17 de setembro no Centro Cultural de Belém, para mostrar as mudanças que estão a fazer do sector têxtil um cuidador ativo do planeta. Uma verdadeira alteração do paradigma, assente na inovação e no foco na sustentabilidade.
Aproveitando este evento inovador na área da sustentabilidade, desde a educação à alimentação, passando pela mobilidade e o consumo, o be@t deu a conhecer “a autêntica revolução lançada com o objetivo de tornar o sector têxtil e de vestuário mais competitivo e moderno, ao mesmo tempo que acompanha a evolução da sociedade e as suas preocupações, passando a ser um verdadeiro amigo do ambiente”, refere a organização em comunicado.
Deteção de novas matérias-primas alternativas às de origem fóssil, reconversão da produção com diminuição de uso de água e alteração profunda dos hábitos de consumo, promovendo desde logo a reutilização e a reciclagem, são alguns dos principais vetores do be@t.
Sob o mote ‘Da natureza, de forma circular e sustentável, para as pessoas’, o be@t agrega vários centros de I&D, universidades, empresas e outros parceiros, num total de 55 entidades coordenadas pelo CITEVE – Centro Tecnológico Têxtil e Vestuário. Cofinanciado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e pelos Fundos Europeus Next Generation EU, representa um investimento global de 138 milhões de euros na transformação de um sector tido tradicionalmente como dos mais poluentes, por forma a atingir um novo paradigma em que seja verdadeiramente amigo do planeta.